quarta-feira, 11 de junho de 2008

0 comentários



Divulgado resultado do monitoramento de agrotóxicos em alimentos

Autor(a): Chico Damaso


O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), coordenado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em parceria com as Secretarias Estaduais de Saúde, avaliou durante o ano de 2007 cerca de 1200 amostras de alface, batata, morango, tomate, maçã, banana, mamão, cenoura e laranja. Do total, 207 foram classificadas como insatisfatórias, ou 17,28%.

Os resultados serão encaminhados pela Anvisa ao Ministério da Agricultura (Mapa), que é o órgão responsável pela fiscalização das lavouras, para que tome as providências junto dos produtores.
Para 2009, o Para passará a acompanhar oito novas culturas. Os produtos selecionados são abacaxi, arroz, cebola, feijão, manga, pimentão, repolho e uva.

De olho no tomate

Os principais problemas detectados na análise das amostras foram teores de resíduos acima do permitido e o uso de agrotóxicos não autorizados para estas culturas. No caso da batata e da maçã, houve redução no número de amostras com resíduos de agrotóxicos.
O tomate foi o produto que mais chamou a atenção em todo o estudo. Quase 45% das 123 amostras analisadas apresentaram resultados insatisfatórios. Nas 55 culturas reprovadas, foi encontrada pelos técnicos a substância monocrotofós, que teve seu uso proibido em novembro de 2006, em razão de sua alta toxicidade. O uso da substância já foi denunciado à Polícia Federal e ao Ministério da Agricultura, para que procedam a investigação.

Nos tomates de mesa, assim como no morango e na alface, foram encontrados metamidofós. Ainda que os resíduos não tenham ultrapassado os limites tolerados para a alimentação diária da população, o agrotóxico é autorizado apenas para a cultura de tomate industrial, aplicado por via aérea, trator ou pivô central, para evitar que o trabalhador rural seja intoxicado.
A boa notícia veio da análise da batata, que passou a ser monitorada em 2002. Naquela época, apresentou índice de 22,2% de uso indevido de agrotóxicos. Este nível encontra-se hoje bem abaixo, tendo sido reduzido para 1,36%. A maçã também teve melhora. Da reprovação anterior de 5,33%, apresentou, em 2007, irregularidades em 2,9% das amostras.






------------------------|
Fábio Santos
Assessor em Comunicação
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
www.oswaldocruz.com
(12) 3946 3711 ou (11)8708 1754

0 comentários

Dietas com alto índice ou carga glicêmica estão associadas com maior risco de doenças crônicas

Autor(a): Thiago Manzoni Jacintho

Uma metanálise que avaliou 37 estudos prospectivos concluiu que dietas contendo alimentos com alto índice glicêmico (IG) ou alta carga glicêmica (CG) aumentaram independentemente o risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2, câncer de mama, doença cardíaca e de vesícula biliar.

Foram utilizados questionários de freqüência alimentar na maior parte dos estudos. Os participantes tinham entre 24 a 76 anos de idade e IMC entre 23,5 a 29 kg/m2, atingindo a faixa de normalidade do peso corpóreo e o sobrepeso. A limitação desse estudo, os próprios autores já indicam: “é que quase a totalidade (90%) dos indivíduos em estudo era de mulheres, por isso os resultados não podem ser extrapolados para os homens.

Os autores acreditam que a hiperglicemia pós-prandial em indivíduos sem diabetes é o mecanismo universal que contribui para o desenvolvimento de doenças crônicas. O consumo de alimentos com baixo IG e CG pode evitar esse quadro clínico por meio dos efeitos metabólicos causados na função das células beta do pâncreas, na concentração de triacilgliceróis e ácidos graxos livres, além de ter influência na saciedade.

Apesar de ambos os índices, quando elevados, terem tido associação com o aumento das doenças crônicas, houve um efeito mais potente na inter-relação entre o IG e as doenças do que entre a CG e as mesmas enfermidades. Isso significa que independente do nível de consumo de carboidrato, a contribuição do IG é importante.

Referência(s)

Barclay AW, Petocz P, McMillan-Price J, Flood VM, Prvan T, Mitchell P, et al. Glycemic index, glycemic load, and chronic disease risk -- a meta-analysis of observational studies. Am J Clin Nutr. 2008;87(3):627-37.



------------------------|
Fábio Santos
Assessor em Comunicação
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
www.oswaldocruz.com
(12) 3946 3711 ou (11)8107 1754

0 comentários

Por Fábio Santos - São José dos Campos

Esforços contra Aids têm sido insuficientes apesar de avanços, diz ONU


Os progressos que a comunidade internacional obteve na luta contra a Aids ao longo da última década têm sido insuficientes para garantir o acesso da população mundial à prevenção e o tratamento aos 33,2 milhões de pessoas que atualmente vivem com o HIV, destacou a ONU em um relatório divulgado nesta segunda-feira.
O estudo, elaborado pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, chama a atenção para pontos positivos e negativos no cumprimento das metas estipuladas pela comunidade internacional com relação à epidemia.

Ban afirma que o aumento dos investimentos nesta matéria nos últimos dez anos "começa a dar frutos", o que se reflete na redução de novos casos de infecções e do número de mortes.
O secretário-geral da ONU ressalta que que os cerca de 2,5 milhões de novos casos registrados em 2007 supõem uma notável redução em relação aos 3,2 milhões contabilizados em 1998.
Além disso, as mortes anuais ligadas à doença caíram de 3,9 milhões em 2001 para 2,1 milhões em 2007.

Ban atribuiu essas "conquistas" ao aumento dos recursos destinados à luta contra a epidemia, para a qual, no ano passado, foram reservados US$ 10 bilhões. Porém, o diplomata advertiu que os esforços não têm sido suficientes.

"Esforços Insuficientes"

"O mundo não alcançará o acesso universal à prevenção, o tratamento, o cuidado e a assistência se os recursos disponíveis nos países de média e baixa renda não aumentarem significativamente", afirmou.
O relatório preparado pelo secretário-geral da ONU será apresentado oficialmente amanhã, em uma sessão especial convocada pela Assembléia Geral para avaliar o progresso da luta contra a Aids.

De acordo com o documento, a taxa de doentes que recebem tratamento anti-retroviral aumentou em 42% em 2007, e cerca de três milhões de pessoas que vivem em países em desenvolvimento agora têm acesso a esses remédios.
No entanto, esse último número equivale a 30% dos doentes que precisam de remédios, o que é denunciado por algumas das ONGs que participarão das sessões da Assembléia Geral como uma prova de que os avanços são relativamente poucos.

Além disso, os cerca de US$ 10 bilhões destinados no ano passado ao combate à aids ainda estão muito longe dos US$ 22,2 bilhões que a mesma Assembléia Geral estipulou há dois anos como necessários para que o tratamento seja universalizado até 2010.
Apesar de tudo, o diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), Peter Piot, destacou que, pela primeira vez, foram alcançados resultados palpáveis, razão pela qual a luta contra a doença está entrando "em uma nova fase" e o desafio atual passou a ser "manter a intensidade" dos avanços.

Remédios caros

Já o secretário (ministro) de Saúde do México, José Ángel Córdoba, que discursará na Assembléia Geral em nome do Grupo do Rio --também integrado pelo Brasil e outros 17 países da América Latina--, disse nesta segunda à agência Efe que o alto preço dos remédios continua sendo o grande obstáculo para estender o tratamento a todos os dois milhões de latino-americanos infectados pelo HIV.
Só no México, onde o tratamento é garantido a todos os habitantes, o governo gasta US$ 300 milhões ao ano no atendimento dos 45 mil doentes registrados nos programas públicos de saúde.

Outro problema é que cerca de 70% dos latino-americanos não têm informações científicas precisas sobre o vírus, o que facilita sua propagação e dificulta o diagnóstico dos infectados, acrescentou Córdoba.
Em seu relatório, Ban afirmou que "a propagação dos serviços essenciais aos doentes não acompanha o ritmo de crescimento da epidemia".

Assim, enquanto em 2007 um milhão de pessoas foram inscritas para serem tratadas com anti-retrovirais, o número de infectados aumentou em 2,5 milhões, sobretudo na África, que concentra 68% de todas as infecções por HIV no mundo e 76% das mortes relacionadas à aids.

Fonte: EFE



------------------------|
Fábio Santos
Assessor em Comunicação
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
www.oswaldocruz.com
(12) 3946 3711 ou (11)8708 1754

quinta-feira, 5 de junho de 2008

0 comentários

Por Fábio Santos - São José dos Campos

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Laboratório Oswaldo Cruz distribui mudas de árvores aos seus pacientes

Neste dia 5 de junho o mundo comemora, alarmado, o dia do Meio Ambiente.

As notícias de todos os dias nos alertam para o aquecimento global e as mudanças de temperatura no mundo. Gelos derretendo-se, costas transformadas, inundações, terremotos, furações, tudo em função da industrialização e da emissão exacerbada de gases que afetam à camada de ozônio e permitem a passagem de raios nocivos para nosso mundo.

O Protocolo de Kyoto é o instrumento mais importante destinado a lutar contra a mudança do clima. Contém o compromisso assumido pela maioria dos países industrializados de reduzir suas emissões de alguns gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta, em média de 5%. Ele se aplica às emissões de 6 gases de efeito estufa, sendo o primeiro o mais importante pela sua abundância: dióxido de carbono (CO2); metano (CH4); óxido nitroso (N2O); hidrofluorocarbonos (HFC); perfluorocarbonos (PFC); hexafluoreto de enxofre (SF6).

A preservação ambiental do planeta nunca esteve em tanta evidência e o Brasil, por possuir grande parte da floresta amazônica, é o grande nome quando o assunto é preservação.

Atualmente a crítica cai sobre o fato do nosso país não defender a floresta e não se importar com o aquecimento global, mas em São José dos Campos, nossa empresa resolveu agir ativamente ao invés de ficar apenas analisando os aspectos ambientais da política internacional. O Laboratório Oswaldo Cruz de São José dos Campos, que já mantém programas de Responsabilidade Social e Ambiental através do seu Sistema de Gestão da Qualidade e do descarte do lixo hospitalar contaminado, vendo a impotência do homem por chegar a um acordo efetivo sobre o tema, se decidiu a colaborar de uma forma mais eficaz para a solução deste problema: difundir e propiciar a plantação de árvores na região através da constante e permanente cessão de mudas e da apresentação de uma cartilha, o Projeto Bouffier, com a história de um ser humano que fez a diferença.

Nossos pacientes, seus familiares e amigos terão direito ao plantio da muda e à leitura desta história como forma de ajudar nesta empreitada que pode contribuir em muito para manter ao menos nossa região um pouco mais verde e saudável, colaborando para a salvação do planeta.

A distribuição em parceria com a CESP (Companhia de Energia Elétrica de São Paulo) de Paraibuna será feita na própria sede matriz do Laboratório, à rua Santa clara 393, Vila Adyana.

FAÇA A DIFERENÇA. PLANTE UMA ÁRVORE!



------------------------|
Fábio Santos
Assessor em Comunicação
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
www.oswaldocruz.com
(12) 3946 3711 ou (12) 8116 0177

quarta-feira, 4 de junho de 2008

0 comentários

Por Fábio Santos - São José dos Campos

Laboratório Oswaldo Cruz inaugura seu novo site

Bem vindo ao novo site do Laboratório Oswaldo Cruz, que foi desenvolvido especialmente para você. Nele você vai encontrar todas as informações que eram disponibilizadas no modelo antigo e que ganhou uma cara nova e novas ferramentas.
Nos últimos anos a internet assumiu o papel de agregadora de informações em diversas plataformas midiáticas e, desde 2006, as empresas jornalísticas começaram a trabalhar com conceitos envolvendo a multimidialidade e começaram a trabalhar com textos, áudio e vídeos. Em 2007 este conceito foi transferido para as empresas não jornalísticas, que começaram a produzir conteúdos informativos em formatos multimidiáticos.
O Laboratório Oswaldo Cruz começou a produzir conteúdos em PodCast e em Vídeo já no ano de 2007, agora com o novo site, este conteúdo está mais evidente.

Vídeos

Em ocasiões especiais serão produzidos ou coletados vídeos para a exibição na página principal do site.
Vez ou outra, o site poderá dar destaque a vídeos capturados de agência de notícias e que retratam algum assunto relacionado à Saúde. Dessa maneira, nosso portal de vídeos ficará sempre atualizado.

Fotos

O Laboratório Oswaldo Cruz possui um bom acervo fotográfico que enquadra as fotos antigas do laboratório e os eventos realizados nos últimos anos. A cada evento realizado, o Laboratório disponibilizará o arquivo fotográfico no site para que as pessoas que participaram do ocorrido possam baixar as imagens.

Podcast

O Podcast é um conceito novíssimo na internet e ainda está passando por adaptações no Brasil. O conceito de Podcast envolve um arquivo de áudio disponibilizado na internet para ser baixado, como se fosse um pequeno programa.
Inicialmente, disponibilizaremos arquivos produzidos pelo Dpto. de Comunicação do Laboratório Oswaldo Cruz e notícias retiradas de agências de notícias da Web. Para baixar, basta acessar o endereço do laboratório na internet e fazer o download em mp3.

Plantão de Notícias

Localizado no lado superior direito do esboço apresentado, o plantão de notícias trará ao usuário do site do Laboratório Oswaldo Cruz informações atualizadas sobre o que ocorre no mundo da saúde.

Revista em formato Digital

A Revista Oswaldo Cruz Cultural agora será disponibilizada também em formato digital, através de arquivos em PDF. Desta maneira, ela oderá ser lida em qualquer local do mundo.


Enquetes

Logo abaixo do plantão de notícias, encontra-se o sistema de enquetes do Laboratório Oswaldo Cruz, que visa uma maior interatividade com o usuário do site. As respostas obtidas serão utilizadas para melhorias tanto no site quanto no serviço do Laboratório.

Além destas novidades, o usuário do oswaldocruz.com continuará tendo o serviço de consulta de resultados de exames on-line e acompanhamento das dietas indicadas para cada tipo de exames. Os médicos acompanharão as agendas de Cursos e Congressos através da parte exclusiva aos doutores.
Não deixem de conferir também nosso grade acervo de notícias atualizadas e todas as novidades do Oswaldo Cruz Cultural.

Boa Navegação



------------------------|
Fábio Santos
Assessor em Comunicação
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
www.oswaldocruz.com
(12) 3946 3711 ou (12) 8116 0177