segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

VI CURSO PARA GESTANTES

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Por PAULO SAWAYA - São José dos Campos

FOI COM GRANDE SUCESSO QUE O LABORATÓRIO OSWALDO CRUZ E SEUS PARCEIROS ORGANIZARAM O CURSO PARA FUTUROS PAPAIS E MAMÃES.

VEJA ABAIXO A RELAÇÃO DAS PALESTRAS MINISTRADAS DURANTE O EVENTO:
1- GESTAR PARA VIVER E VIVE
R PARA GESTAR
Dra. Cynthia M.S.Cortez - Ginecologia e Obstetra
2- CONDIÇÕES GERAIS SOBRE O RECÉM-NASCIDO
Dra. Sirley Martins Ribeiro - Pediatra
3- A IMPORTÂNCIA DA FALA E DA LINGUAGEM
Dra. Marcia Afonso Negrão - Fonoaudióloga
4- A META É UMA GERAÇÃO LIVRE DE CÁRIES
Dra. Greice P
aes de Almeida - Odontopediatra
5- TESTE DO PEZINHO
Dra. Janaina Ribei
ro - Farmacêutica / Bioquímica
6- ASPECTOS PSICOLÓGICOS NA GESTAÇÃO,
PARTO e PUERTERIO

Dra. Rosemeire Facioli - Psicóloga
7- AMAMENTAÇÂO - AMAMENTAR COM PRAZER
Dra. Josefa Maria - Enfermeira Obstetriz
















PAULO SAWAYA
DIRETOR DE MKT E COMUNICAÇÃO
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
www.oswaldocruz.com
(12) 3946 3711

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

14 de Novembro - Dia Mundial da Diabetes

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Por Paulo Sawaya - São José dos Campos

HEMOGLOBINA GLICADA E SUA IMPORTÂNCIA


Segundo, Dra. Nadia Beltrame, responsável pelo setor técnico do Laboratório Oswaldo Cruz,

A Hemoglobina Glicada é considerada padrão ouro no controle glicêmico de pacientes diabéticos.

A sua redução ou normalização diminuem as complicações crônicas provocadas pela doença.

Os níveis de HbA1C refletem a glicemia média no intervalo de 2 a 3 meses antes da coleta,enquanto a dosagem da glicose reflete a glicemia do momento da coleta.

No adulto,a meta a ser atingida para o controle da doença é abaixo de 7% de HbA1C,em crianças e idosos,o alvo pode ser ajustado em função dos eventos de hipoglicemia, a critério médico.

Nas gestantes,a dosagem de HbA1C não está indicada,sendo mais eficiente controlar a diabetes através da dosagem de glicemia de jejum e pós- prandial.

O LOC,aproveitando o dia Mundial do Diabetes,divulga as novas propostas aprovadas recentemente pelas seguintes instituições:

  • ADA- Associação Americana de Diabetes;
  • Associação Européia para o Estudo do Diabetes;
  • IFCC- Federação Internacional de Química Clínica e Medicina Laboratorial;
  • IDF-Federação Internacional de Diabetes;

São elas:

    1. A dosagem de HbA1C necessita de uma padronização mundial,incluindo a definição de um método de referência e o modo adequado para expressar os resultados;
    2. A HbA1C seria expressa em duas unidades:mmol/mol(IFCC) e percentual(NGSP);
    3. A HbA1C seria transformada num valor correspondente à glicose média por meio de uma equação matemática.Esse resultado de glicose média derivada da A1C seria incorporado ao laudo do exame,visando facilitar a interpretação clínica do resultado.O laudo final de um exame de Hemoglobina Glicada seria composto por três resultados:A1C na unidade de concentração definida pelo IFCC (mmol/mol),A1C na unidade usual em conformidade com o NGSP(%) e sob a forma de concentração de glicose média derivada da A1C(mg/dl).

Estes procedimentos facilitariam muito a interpretação clínica da HbA1C.O resultado da glicemia média estimada acarretaria uma melhor compreensão para o paciente do que realmente o teste da HbA1C está expressando tornando o paciente ainda mais ativo no seu tratamento.

A liberação da glicemia média estimada no laudo de HbA1C do LOC pode ser feita mediante solicitação médica ou automaticamente caso os médicos passem a adotá-la.

Dê a sua opinião sobre o assunto.



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Paulo Sawaya
Diretor de MKT
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
www.oswaldocruz.com
(12) 3946 3711 r 217

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Dr. Fernando Macedo fala sobre Reprodução Humana

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Por Paulo Sawaya - São José dos Campos



Reproferty – Dr Fernando Macedo

Avança no Mundo da Reprodução Assistida com técnicas avançadas, aumentando a sua possibilidade de sucesso.

1- “Super ICSI”: Possibilita a escolha do melhor espermatozóide.

2- Spindle View: Possibilita a escolha do melhor óvulo.

3- Hatching: Facilita a implantação do pré embrião.

Com essas técnicas podemos escolher os melhores óvulos e espermatozóides assim obtemos melhores embriões e, conseqüentemente, aumentamos as taxas de gravidez.

Super ICSI

Em 1992, a escola Belga revolucionou a infertilidade quando desenvolveu a técnica de ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozóides) na qual um único espermatozóide é introduzido no óvulo.

Habitualmente, esse procedimento é realizado sobre um microscópio que permite a visualização do espermatozóide com um aumento de apenas 400 vezes.

Hoje, sabe-se que danos no DNA dos espermatozóides poderiam explicar falhas na obtenção de embriões pela técnica de ICSI, além disso produziriam um aumento das taxas de abortamento precoce. No CRH Prof Franco Jr demonstrou-se que danos do DNA dos espermatozóides estão correlacionados diretamente com a presença de vacúolos na cabeça dos espermatozóides.

Recentemente, através de um sofisticado sistema de lentes de amplificação de imagens é possível realizar uma nova técnica de ICSI (batizada carinhosamente em nosso serviço como SUPER-ICSI) onde obtem-se um aumento de 4.000 a 6.000 vezes permitindo a visualização com segurança destes vacúolos.

Pesquisadores israelenses e franceses em estudos comparativos verificaram que com o antigo ICSI as taxas de gravidez obtidas eram de 25% e com o "SUPER-ICSI" as taxas de gestação atingiram 60% em casos de alterações do esperma. A Clínica Reproferty inicia com o "SUPER-ICSI" em 2007 .

Hatching

Apesar dos grandes avanços nas técnicas de Reprodução Assistida, principalmente após a melhora das taxas de fertilização com a microinjeção de espermatozóide (ICSI), as taxas de implantação continuavam inalteradas. Uma das possíveis causas seria a incapacidade dos blastocistos de aderirem ao endométrio e sofrerem o processo de hatching causada por condições de cultura inadequadas.

A técnica de Assisted Hatching consiste na abertura de um "buraco" na zona pelúcida (camada que envolve o embrião) durante o período de desenvolvimento in vitro com o intuito de se facilitar a saída das células do blastocisto através do embrião e sua aderência ao endométrio. É uma técnica que tem sido discutida e gerado controvérsias na literatura médica. Os trabalhos são discordantes e poucos deles têm sido prospectivos e randomizados a ponto de mostrar convincentemente sua utilidade.

Spindle View

Com este recurso é possível impedir os eventuais traumas nos fusos meióticos (Spindle), (estruturas do óvulo fundamentais para o desenvolvimento embrionário), durante a injeção do espermatozóide (view) e favorecer uma fertilização com maior precisão. Desta maneira, é possível obter embriões de melhor qualidade e uma maior taxa de gravidez.



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Fábio Santos
Assessor em Comunicação
Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Obesidade infantil preocupa governo brasileiro

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Por Paulo Sawaya - São José dos Campos
Brasil pode alcançar EUA em obesidade infantil, indica estudo

Fonte: BBC Brasil

As crianças e adolescentes brasileiros estão chegando perto dos americanos da sua faixa etária em índices de obesidade e, se não se cuidarem, poderão se tornar os novos gordinhos do século 21, indica um estudo inédito de pesquisadoras da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

O trabalho do Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária da Uerj analisou 260 alunos de 10 a 19 anos de uma escola pública no Rio de Janeiro e verificou que 15,6% estavam acima do peso recomendado para a sua faixa etária e 11,7% já poderiam ser consideradas obesos. Nos Estados Unidos, 17% estão nessa situação, embora essa categoria não seja adotada.

"Em uma geração, essa situação já pode estar muito parecida com a dos Estados Unidos", afirma a médica de família Débora Teixeira, uma das autoras do estudo. "Nossos padrões alimentares copiam muito o dos americanos: muito açúcar, muito carboidrato."

No Brasil, uma criança tem excesso de peso quando está acima do percentil 85 da curva de índice de massa corporal ideal (IMC) para a sua faixa etária; para ser considerado obeso, é preciso ultrapassar o percentil 95.

O IMC é calculado pela divisão do peso em quilos pela altura da pessoa ao quadrado. No caso de adultos, uma pessoa é considerada acima do peso quando tem um IMC acima de um número determinado.

Para as crianças, foi desenvolvido um gráfico em curva com base em IMCs de crianças do mundo todo. Dessa forma, o índice é inserido em uma faixa mais flexível do que a tabela utilizada para adultos.

"Se uma criança estiver no percentil 85, significa que ela está acima de 85% das crianças daquela faixa etária. Por isso, ela é considerada acima do peso."

EUA

Nos Estados Unidos, o Centro para Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) só considera acima do peso quem estiver no percentil 95.

Mas especialistas como o pediatra Mark Jacobson, da Associação Americana de Pediatria, já consideram a saúde de uma criança comprometida no percentil 85.

Segundo Jacobson, se o cálculo incluísse o percentil 85, no Estado de Nova York, por exemplo, 42% das crianças já poderiam ser consideradas com "excesso de peso". No caso da escola de Vila Isabel analisada pela Uerj, por exemplo, crianças acima do peso e obesas somam 27,3%.

Teixeira diz que o estudo da Uerj retrata uma realidade específica, de uma escola urbana freqüentada por alunos da classe C, mas indica um quadro observado com cada vez mais freqüência no país.

"A gente sabe que o problema está piorando, esse estudo ajuda a gente a ter uma noção se essas pessoas vão melhorar ou não."

Situação "grave"

O endocrinologista Walmir Coutinho, presidente da Federação Latino-Americana de Sociedades de Obesidade, ressalta que, embora o Brasil esteja atrás dos Estados Unidos, o problema tem piorado tanto que, se nada for feito, o país pode caminhar para uma situação "até mais grave" do que a americana.

"Nós ainda estamos passando por uma mudança, com aumento do acesso a TV, automóvel e telefone. Nos Estados Unidos, eles já passaram por isso há 40 anos."

Jacobson também vê o risco de o Brasil seguir o caminho dos seus compatriotas. "Há semelhanças: as crianças estão mais urbanas, há menos oportunidades para atividades físicas, o fast-food está se disseminando", diz o pediatra, que já fez diversas palestras sobre o assunto no Brasil.

Uma criança obesa não só tem mais chances de se tornar um adulto obeso como aumenta as suas chances de desenvolver doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.

"É muito assustador porque a quantidade de pessoas que têm já problema de pressão, obesidade, diabetes é muito grande", afirma a médica Maria Inez Padula Anderson, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e uma das autoras do estudo.

"Isso (o estudo) faz a gente imaginar que a criança vai estar na mesma situação em uma idade anterior", acrescenta.

Além dos problemas físicos, a criança tende a enfrentar problemas de auto-estima que podem dificultar os seus relacionamentos e aprendizado escolar, acrescenta Débora Teixeira.

Família

Com base em estudos recentes que indicam que a obesidade dos pais é o maior fator de risco para uma criança se tornar obesa, as pesquisadoras da Uerj também avaliaram a relação entre a silhueta dos pais e a dos filhos.

De acordo com os resultados, 37,9% dos meninos acima do peso relataram ter pais com esse problema; entre os jovens com peso normal, esse índice foi de 28,7%.

O fato de as crianças que participaram do estudo serem de classe média/classe média baixa também é interpretado pelos pesquisadores como um sinal de que pelo menos hoje no Brasil não é preciso ser rico para comer demais.

Na realidade, segundo Teixeira, a pobreza pode ser "um fator de risco" para a obesidade, já que os alimentos mais baratos hoje em dia são os industrializados, com alto índice de açúcar e gordura.

Para a médica, mais acostumado a debater problemas como a fome e a desnutrição, o Brasil ainda precisa acordar para a complexidade do problema de obesidade.

"A consciência de que a obesidade é uma doença, um problema de saúde grave, é recente, não tem mais de dez, 15 anos", diz a pesquisadora. "O povo brasileiro tem uma preocupação grande com a estética, mas falta compreender o problema do ponto de vista da saúde."




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Paulo Sawaya
Depto de Comunicação e MKT
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

CONFIRA AS IMAGENS DE NOSSA NOVA SEDE

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Por Paulo Sawaya - São José dos Campos

O Laboratório Oswaldo Cruz, em fase de expansão, apresenta as imagens de sua nova sede, situada em local nobre de São José dos Campos, que em futuro bem próximo estará abrindo suas portas para atender a comunidade valeparaibana, com rapidez, segurança, qualidade e higiene.
Com um lay-out interno rigorosamente distribuído, focamos nossos objetivos em facilitar ao máximo o deslocamento de idosos, gestantes e cadeirantes, no interior de nossa empresa.






Laboratório Oswaldo Cruz - Saúde com qualidade
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